MANIFESTAÇÃO ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INDUSTRIAL DE FERNANDÓPOLIS: A ÁREA AZUL

No dia 25 de setembro de 2017 a ACIF manifestou através de Nota à Imprensa seu apoio à implantação do projeto de modernização da área azul, ou seja, cobrança de estacionamento na região central e adjacências da cidade.  Na nota, a entidade entendeu que “era extremante necessário a modernização e profissionalização da área azul, transformando, de forma efetiva, os estacionamentos principais da cidade em uma área rotativa para fomentar áreas comerciais e de prestação de serviços”.

Passados oito meses nos manifestamos novamente com o intuito de buscar do executivo agilidade nesta implantação, visto que a falta de vagas têm provocado prejuízo para os estabelecidos, bem como criando enormes dificuldades aos consumidores. “A falta de ‘Área Azul’ no centro de Fernandópolis tem incomodado motoristas e comerciantes. Isso porque, sem rotatividade, fica cada vez mais difícil estacionar no centro da cidade, principalmente nas manhãs de sábados. A falta de vagas têm se tornado prejuízo nas vendas”, registra o presidente Mateus Morales.

Desde que o antigo sistema de estacionamento rotativo foi desativado, em 23 de setembro de 2017, tarefas simples como ir ao banco ou fazer compras no centro da cidade se tornaram quase impossíveis. “Diariamente a Associação Comercial tem recebido ligações e manifestações de seus associados pontuando a mesma reclamação ‘sem lugar onde parar, os consumidores acabam desistindo de vir ao centro, o que para nós, comerciantes, significa perder vendas e lucros’, essa é a fala da maioria dos associados que atendemos na entidade”, enfatiza Morales.

No contraponto há quase um ano, a Secretaria de Comunicação da prefeitura emitiu uma nota onde anunciava “quanto à licitação estamos finalizando o Edital e nos próximos dias será publicado. O novo sistema de estacionamento regulamentado pelo Prefeito André Pessuto prevê entre outras coisas, a expansão da área que passa a englobar 1,8 mil vagas”.

Na mesma nota emitida à imprensa no dia 25 de setembro do ano passado a entidade pontuou sobre os cerca de 30 funcionários do CEADS – Centro Educacional de Apoio, Desenvolvimento Social e Cultura, sugerindo à Prefeitura Municipal acordar com a empresa vencedora da licitação que a preferência na contratação ou absorção do trabalho fosse dessas pessoas.  Esclarecemos também que nesse período foram cinco reuniões realizadas com o executivo e o seu jurídico, cobrando agilidade e a manutenção da transparência no processo de licitação e contratação.

Enfatizamos que não é segredo para ninguém que o fato de ainda não se ter implantado o novo sistema de vagas no centro comercial da cidade, o movimento caiu e afetou as vendas na maioria dos dias da semana. “É com base nas considerações dos nossos associados, que aguardamos uma solução urgente para o problema”, finaliza Mateus Morales.